Fluxo logístico na importação

Fluxo logístico na importação IBSolutions

Atualmente as organizações são desafiadas a operar de forma eficiente e eficaz para garantir a continuidade de suas atividades, o que as obriga a constantemente desenvolver vantagens em novas frentes de atuação.

A logística tem sido uma das maneiras mais frequentemente utilizadas para vencer tais desafios. A explicação reside na sua capacidade de evoluir para responder às necessidades advindas das profundas e constantes mudanças que as organizações estão enfrentando.

De forma simples, podemos definir logística como um conjunto de planejamento, operação e controle do fluxo de materiais, mercadorias, serviços e informações da empresa, integrando e racionalizando as funções sistêmicas desde o fornecedor até a entrega ao cliente final.

A Receita Federal dividiu o território nacional em duas grandes zonas: Primária e Secundária.

Zona Primária é a parte do território aduaneiro que contempla as áreas: terrestre ou aquática; contínua ou descontínua; nos portos alfandegados; a área terrestre; nos aeroportos alfandegados; e a área terrestre, que compreende os pontos de fronteira alfandegados. Em resumo são os portos, aeroporto e pontos de fronteiras do Brasil com países vizinhos.

Zona Secundária por sua vez compreende a parte restante do território aduaneiro, nela incluídas as águas territoriais e o espaço aéreo. As Zonas Secundárias são conhecidas também como Portos Secos. Neles podem ocorrer todas as atividades de importação e exportação realizadas pela Receita Federal e demais órgãos como MAPA e Anvisa. Elas foram criadas como uma alternativa para desafogar as operações das Zonas Primárias.

Como praxe, os importadores realizam os despachos aduaneiros de importação em Zona Primária: porto, aeroporto ou ponto de fronteira que são os pontos de entrada e saída de mercadorias no país.

Etapas da importação

  1. Chegada do navio, aeronave ou caminhão e presença de carga – armazenagem imediata;
  2. Entrada da documentação para desembaraço aduaneiro;
  3. Desembaraço aduaneiro (registro da Declaração de Importação –DI) – pagamento de impostos;
  4. Parametrização da Declaração de Importação (DI);
  5. Vistoria física (canal vermelho);
  6. Recolhimento do ICMS e AFRMM;
  7. Emissão de Nota Fiscal de Importação;
  8. Carregamento da mercadoria;
  9. Entrega no local do importador;
  10. Devolução do container vazio (para embarque marítimo full container).

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